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Poema: Lampião, o rei do cangaço

Começo a história de um cabra valentão
Muitos o temiam
Mas com ele não tinha “boquinha” não
Virgulino, cabra valente, era mesmo o rei do sertão.

Rico metido a sabidão
Padre metido a enrrolão
Coronel explorando o povão
Era bala na certa pelo seu bando, num só vão.

Desbravava o nordeste para as pestes exterminar
O povo tinha medo
Do que ele iria falar
Mas, devoto de Padre Ciço
Muitos terços ele rezava por lá.

Foi ao Ceará, para a mulher mais macho arrumar
Maria Bonita, cheirosa e atrevida
Lampião achou seu certo par.

E hoje muito lembrado
Pela valentia e pelo reinado
Lampião o rei do cangaço
É eternamente imortalizado.

Para finalizar deixo meu recado
No século XX não houve outro cabra macho
A não ser Lampião, o rei do cangaço!
(Luis Felipe)

Comentários

  1. mas morreu pela mão do governo do mesmo modo que qualquer outro metido a macho morre.

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    Respostas
    1. Meu caro amigo! Ele morreu envenado e depois que foi baleado!

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    2. Ele é seu bando morreram as 5:00 da matina.todos foram a mesma morte(Desepados)mas a morte mais dolorida foi a de Maria bonita.mesmo com toda dor ela ainda estava viva quando os policiais cortaram a cabeça dela fora

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  2. Boa noite.Gostaria de saber se poderia usar essa citacão em uma apresentacao da qual serei coreografa cujo tema é lampiao.Gostei muito do poema e acho que tem tudo haver com a ideia que tive e
    gostaria de usa-lo.Aguardo resposta.

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  3. Olá,gostaria de saber se posso usar o poema,para a apresentação de trabalho que terei.

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